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Em meio a controvérsias, Cabralzinho é celebrado em feriado no Amapá
15/05/2019

Feriado estadual é nesta quarta-feira (15). G1 foi às ruas perguntar às pessoas se elas conhecem e consideram o personagem um herói. Sob controvérsias, Cabralzinho é lembrado em feriado no Amapá Nesta quarta-feira (15), o Amapá comemora o feriado em homenagem a Francisco Xavier da Veiga Cabral, o "Cabralzinho". A data, estabelecida em julho de 2017, é celebrada pelo segundo ano consecutivo. O G1 foi até o Centro de Macapá escutar o que a população pensa sobre a figura histórica, mas também contraditória (veja vídeo acima). Alguns aprovam o feriado e reconhecem o papel de "Cabralzinho" como herói do estado. Outros contestam a versão, como a manicure Helen Cordeiro, de 24 anos, ao dizer que preferia estar morando em território francês. "Estava conversando ontem mesmo com uns amigos que, enquanto ele [Veiga Cabral] se escondia, os soldados dele lutavam. Não acredito muito que ele tenha sido um herói amapaense como falam. É por culpa dele que a gente não é francês", disse ela, aos risos. Anderson Feitosa defende que 'Cabralzinho' é herói do Amapá Victor Vidigal/G1 Diferente da manicure, o vigia Anderson Feitosa, de 28 anos, reconhece o personagem como herói do estado e diz gostar da estátua de Veiga Cabral na praça homônima. "Acredito que ele seja um herói, sim. Muita gente discorda, diz que era para deixar os franceses tomarem a terra, mas eu não concordo. Acho muito bonito que tenha uma homenagem para ele na praça", afirma Feitosa. História Considerado um herói, Veiga Cabral foi um dos combatentes que participaram da luta que impediu invasões de tropas francesas às terras amapaenses, especificamente na Vila Espírito Santo do Amapá, onde atualmente é o município de Amapá, a 302 quilômetros da capital. Ele é homenageado dando nome a um bairro da Zona Oeste da capital, a uma praça no Centro da cidade, a um quartel da Polícia Militar (o 2º BPM) e até ao 34º Batalhão da Infantaria e Selva (34º BIS), do Exército Brasileiro. Há quem diga que ele se aproveitou da situação para conseguir fama, num contexto histórico importante para o estado e para o Brasil, quando foram definidas as fronteiras brasileiras diplomaticamente, como detalha o historiador e professor amapaense Célio Alício. “Existem muitas controvérsias em relação ao verdadeiro papel exercido por Cabralzinho. O que a gente pode afirmar, com certeza, é que ele era um líder político, comerciante. Ali, através de uma composição política, denominada Triunvirato, ele, Cônego Domingo Maltês, Desidério Antônio Coelho e outros tomaram à frente das iniciativas para afastar a ameaça francesa”, descreveu Alício. Sobre a fama, o professor ainda explica: “A atuação dele não foi determinante para o desfecho de todo o processo. O que houve é que quando ele foi para o Rio de Janeiro prestar contas para o governo republicano do que tinha acontecido, ali ele se valeu do momento, foi condecorado, e talvez tenha se aproveitado daquele contexto e vestido a 'capa' do herói”. Estátua de Cabralzinho na Praça Veiga Cabral, no Centro de Macapá Victor Vidigal/G1 Para ler mais notícias do estado, acesse o G1 Amapá.
Fonte: G1
Pico Hoffmann
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